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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Debate: internet, acesso e participação

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Debate: internet, acesso e participação - quarta-feira, 19 horas, APP Sindicato

Debate: internet, acesso e participação - quarta-feira, 19 horas, APP Sindicato

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pontão Focu vem ao Paraná para rodada de formação em audiovisual

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Pólos Curitiba e Londrina - Estão abertas as inscrições para oficinas complementares

Estão abertas as inscrições para as oficinas do Focu - Pontão Fomento Cultural nos pólos Curitiba e Londrina. As vagas são abertas aos pontos de cultura e demais interessados.

Em Curitiba serão ministradas as oficinas de Direção de Arte, Documentário e Trilha Sonora, de 05 a 10 de julho, no turno da noite das 18h30 às 22h30. O local será confirmado em breve.

Já em Londrina serão disponibilizadas as oficinas de Animação, Documentário e Produção e Gestão de Projetos Audiovisuais, de 12 a 17 de julho, no turno da noite das 18h30 às 22h30. O local será confirmado em breve.

As vagas são limitadas e gratuitas.

Informações completas e inscrições no site da TV OVO.

Acesse o site e conheça o Pontão de Cultura Focu.

Aguardamos sua inscrição!

Atenciosamente
Priscila Costa
Focu - Pontão Fomento Cultural

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domingo, 27 de junho de 2010

Lançada em Curitiba a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária

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A Rede reúne comunicadores e comunicadoras de vários estados brasileiros que atuam em defesa da reforma agrária e contra a criminalização dos movimentos sociais que atuam em sua defesa.

Por Anderson Moreira
Do Cefuria

lancamentoredecomreformaagrariaprO ato de lançamento da Rede aconteceu nesta quarta (23) na APP-Sindicato e contou com a presença de militantes de movimentos sociais e partidos políticos, estudantes e jornalistas.

A Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária já conta com várias adesões.

A participação é aberta a todas as pessoas interessadas e compromissadas com os valores do manifesto de lançamento.

Leia o manifesto e veja como fazer parte.

Michele Torinelli, da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC) e do Coletivo Soylocoporti, fez um histórico da articulação e mobilização da CPC com as organizações sociais do Paraná, que representaram o Estado na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, realizada no ano passado em Brasília.

O Paraná realizou 14 pré-conferências, como as de Comunicação e Juventude e de Comunicação e Cultura. Michele destacou ainda algumas propostas aprovadas na Confecom, entre elas a que prevê a instituição de mecanismos de fiscalização dos meios de comunicação (controle social), a que defende a inclusão na Constituição Federal da comunicação como direito humano e a criação dos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Comunicação.

Para Michele, “assim como a comunicação é um direito humano, a terra também é”. Segundo ela, a Rede de Comunicadores deverá atuar em três frentes: uma estrutural, uma que fortaleça a comunicação popular e alternativa e outra que se dedique à formação de novos comunicadores e comunicadoras.

Para Aniela Almeida, do Sindicato dos Jornalistas do Paraná, os desafios da Rede são descobrir formas de fazer com que os jornalistas que atuam nos grandes veículos de comunicação do Estado se sensibilizem com as questões sociais e difundir os temas relacionados aos movimentos sociais à população em geral. Para ela, o Paraná tem um papel estratégico na atuação da Rede por ser um Estado com forte produção agrícola.

João Brant, do Intervozes (Coletivo Brasil de Comunicação), destacou dados que justificam a criação da Rede de Comunicadores. Segundo ele, 0,91% dos proprietários de terras do país (cerca de 15 mil latifundiários) concentram 43% das áreas agricultáveis. É um contraste muito grande comparado ao que se fez de reforma agrária até hoje.

Nos meios de comunicação, Brant aponta que o quadro é de concentração e de um discurso em uníssono contra a reforma agrária. Por isso a importância de uma Rede que permita uma “coesão em torno de uma pauta comum e o trabalho conjunto” de comunicadores e comunicadoras. “Quando falamos em comunicadores não nos referimos apenas a jornalistas com diploma e radialistas com diploma, mas a um conjunto de pessoas que atuam em comunicação, como blogueiros, rádios comunitárias e outros meios”, afirma.

Para João Brant, os desafios da Rede são criar um espaço de resistência e “contra-informação” (em oposição ao que a grande mídia “informa”), e preparar os movimentos sociais para enfrentamento da CPMI da Terra.

O blog da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária é http://www.reformaagraria.blog.br.

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Machaq Mara em Curitiba

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Car@s herman@s,

convidamos tod@s a comemorar o Machaq Mara, o ano novo andino, na próxima segunda-feira. Trata-se da maior festa dessa cultura, realizada no solstício de inverno. Simboliza o fim de um ciclo e o início de outro, tanto da terra quanto da vida como um todo.

Compartilharemos alimentos, música e alegria  - toda contribuição será bem-vinda.

Venha celebrar a vida e a cultura latinoamericana conosco!!

Segue o panfleto com maiores informações.

cartaz

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

9ª Jornada de Agroecologia: por uma outra produção de alimentos

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Michele Torinelli e Pedro Carrano

de Francisco Beltrão

Imagens: Michele Torinelli

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Momento da marcha de abertura da jornada

“O alimento saudável é o remédio para as doenças”, frase do caminhão de som.

Depois de anos sem realizar marcha de abertura, seja pelo tempo chuvoso ou por ameaças de repressão, a Jornada de Agroecologia deste ano levou milhares de militantes às ruas de Francisco Beltrão. “A marcha é uma forma de se apresentar para a sociedade como um todo. Se ficamos isolados não expressamos nosso pensamento”, aponta Avelino Callegari, secretário da Assessoar – Associação de Estudo, Orientação e Assistência Rural, entidade que atua em 18 municípios do sudoeste do Paraná.

Atualmente, Francisco Beltrão é um território de expressão do agronegócio, na produção de carne e frango, por meio do conhecido sistema de “integração”. As empresas têm sistema de contrato da família camponesa, subordinada a este processo de exploração da renda da terra, como explica José Maria Tardin, da coordenação da Jornada.

Neste contexto, famílias assinam contratos diretamente com grandes corporações. “Subordinadas a um pacote e a um padrão de tecnologia, o que gera endividamento permanente, a família passa a ter um padrão de entrega de mercadoria, sem qualquer capacidade de influir nos preços, seja dos insumos, seja da mercadoria. Um esquema de servidão moderno, no qual as famílias camponesas têm um vinculo total dos preços, são proprietárias ou arrendatárias, mas o produto é completamente alienado. A jornada marca este momento de combate e de tensionamento”, define.

Outro eixo importante da Jornada, colocado na ordem do dia no debate atual, é a dimensão do uso de fertilizantes no Brasil, hoje o maior consumidor mundial do produto, situação diretamente ligada à perspectiva neoliberal na agricultura. “Com a transgeníase, as empresas encontram uma maneira de, via sementes, impor um padrão tecnológico, o que inclui os agrotóxicos de forma determinante. Hoje, 75% das sementes transgênicas estão desenvolvidas para determinado agrotóxico, trata-se de um nível de vinculação através da semente que antes estas empresas não conseguiam”, explica.

A necessidade de diálogo com a população para a construção de alternativas incita a organização de atividades públicas como essa. Para Callegari, a marcha podia acontecer todos os dias, expandir para instituições de ensino, religiosas e poder público.

Alternativa agroecológica

De acordo com Luiz Perin, dirigente da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf), a escolha de Francisco Beltrão como sede da jornada pela segunda vez consecutiva se deve à organização dos movimentos na região e ao intenso desenvolvimento da produção agroecológica. “Aqui estão sendo construídas alternativas de sustentabilidade, o que implica o respeito à natureza e a produção de alimento limpo, favorecendo a saúde humana”, contextualiza.

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Luiz Perin, dirigente da Fetraf

Perin defende que formas sustentáveis de cultivo agregam valor à agricultura familiar, gerando renda para as famílias ao invés de financiar o agronegócio. “A jornada serve para mudar, porque tem muitas famílias que não utilizam a agroecologia”, defende Anselmo Rodrigues Santos, agricultor integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST).

Somatória de organizações

Paulo de Souza, da região de Capanema, é um dos representantes das diferentes organizações do campo presentes no encontro. Membro de uma rede de cooperativismo de crédito, que agrega 78 cooperativas e cerca de 80 mil famílias, o dirigente enxerga na agroecologia a saída para o temário do desenvolvimento sustentável.

Além de camponeses, o encontro conta com diversos estudantes. Thomas Parrili, estudante de Agronomia, acredita que a jornada é um importante momento para reunir experiências de agroecologia de todo estado.

Contexto Histórico

A Jornada de Agroecologia geralmente é organizada em locais onde há um contexto de enfrentamento de projetos. Foi assim nas edições na cidade de Cascavel, em meio ao conflito com a empresa transnacional suíça Syngenta Seeds, acusada de diversos crimes de contaminação do ambiente pelos transgênicos.

Francisco Beltrão, por sua vez, é uma região com tradição histórica de resistência, desde o capítulo de 1957 conhecido como a “Revolta dos Colonos”. Nos anos 1970, foi o palco do surgimento dos movimentos de luta pela terra e na década de 1980 assistiu ao nascimento do sindicalismo combativo na região. “O sudoeste também se colocou como pioneiro no que se chamava de agricultura alternativa e logo depois se expressa como agroecologia. É uma região pioneira na luta e na combatividade”, comenta José Maria Tardin, da coordenação da Jornada.

Construtores da Jornada

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“Chocolate”, militante e poeta do MST

Ariulino Alves Morais, o “Chocolate”, militante e poeta do MST desde o surgimento, esteve em oito das nove edições da Jornada de Agroecologia. Enxerga o debate do encontro dentro de um momento de transição para a produção camponesa. Fora da agroecologia, os pequenos agricultores sofrem com a inviabilidade do antigo modelo. “É um momento histórico, quase uma transição de projeto de governo, esses eventos culturais são importantes, senão fica só no momento, é preciso continuar a organização, é preciso levar aos governos nossos projetos como projeto de agricultura, mas tem que ser no conjunto das organizações”, afirma.

A agroecologia passa a ser um ponto de refúgio para o pequeno agricultor, uma vez que as condições de mercado inviabilizam sua produção, no depoimento de Chocolate. “O pessoal está habituado ao pacote e logo se frustra, porque o preço está lá embaixo e a produção é pouca, os custos de produção. Houve uma transição forçada para a agroecologia”, pondera.

Veja mais sobre a Jornada de Agroecologia aqui

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Confira os 113 ganhadores do prêmio Areté

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Está disponível para consulta a lista dos premiados e classificados no prêmio Areté Cultura Viva - Eventos em Rede, da Secretaria de Cidadania e Cultura, SCC-MinC. O Coletivo Soylocoporti, que apresentou proposta juntamente com o Movimento Música Para Baixar para a realização de um Festival de Música Livre, foi habilitado e classificado, mas não está entre os premiados.

Veja abaixo matéria do MinC:

Foram contemplados 113 projetos de 25 estados brasileiros (apenas o AC e AM não enviaram projetos para a premiação). Entre os premiados constam os mais diversos segmentos culturais, desde manifestações populares à participação de representantes de Pontos de Cultura em eventos internacionais.

Os prêmios variam entre R$ 10 mil, R$ 25 mil, R$ 50 mil, R$ 75 mil e R$ 100 mil. O objetivo do reconhecimento é o fomento da celebração da diversidade cultural brasileira como ação de política pública que promova e fortaleça as comunidades e sua produção cultural.

Os classificados que não foram premiados têm até o dia 27 (quinta-feira) de maio para enviar pedidos de recursos. O resultado de avaliação de recursos está previsto para sair na edição do dia 28 (sexta-feira) de maio no Diário Oficial da União.

Entre os premiados constam projetos inscritos por 13 agrupamentos (grêmios, associações e outras entidades), 16 pessoas físicas, 20 Organizações não-governamentais (ONGs) e 64 Pontos de Cultura. Entre os classificados a numeração foi de 21 ONGs, 22 pessoas físicas e 198 Pontos de Cultura. Não houve outros agrupamentos envolvidos.

A comissão julgadora reforça que os 76 projetos desclassificados não haviam firmado a parceria com um Ponto de Cultura, exigência presente no edital do prêmio, ou foram enviados fora do prazo. Responsáveis por outros diversos projetos que não cumpriam as exigências relacionadas à documentação foram contatados por funcionários da SCC e enviaram os documentos necessários.

Distribuição por estados

Por estado, a distribuição dos premiados contemplou 46 projetos da região Sudeste, 38 da região Nordeste, 12 da região Centro-Oeste, nove da região Sul e oito da região Norte. O estado com mais contemplados foi São Paulo (23), seguido do Rio de Janeiro (14) e Pernambuco (9).

A seleção aconteceu entre os dias 3 e 7 de maio, quando foram analisados cerca de 420 projetos. O investimento do MinC na premiação é de R$ 4 milhões.

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terça-feira, 27 de abril de 2010

Reunião pública sobre projeto Procultura

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Por Carolina Goetten

A Comissão de Educação e Cultura vai realizar em 3 de maio, em Curitiba, um reunião pública sobre fomento cultural, no teatro Sesc da Esquina. O objetivo é receber contribuições sobre o programa Procultura (Projeto de Lei de Incentivo e Fomento à Cultura), relatado pela deputada Alice Portugal, acolhendo propostas, sugestões e moções.

O Procultura é um novo projeto de lei que se propõe a discutir a cultura do país e aprimora a Lei Rouanet. Vai integrar o país num programa de fomento cultural e, como ainda não foi aprovado, está sujeito a alterações e aberto a sugestões e acréscimos.

A nova lei vai dinamizar a Lei Rouanet e torná-la mais abrangente, de modo a ampliar recursos voltados à produção cultural e diversificar mecanismos de financiamento. São nove fundos setoriais, dentre eles o Fundo do Acesso e Diversidade, que promove incentivo e fomento à diversidade cultural. Grande parte dos avanços na reforma são oriundos de encaminhamentos da primeira Conferência Nacional de Cultura, realizada em 2005. Compareça e ajude a construir esse projeto para garantir o financiamento à produção cultural do país.

As sugestões, propostas e moções devem ser encaminhadas por escrito antes do início da reunião, marcada para as 19 horas. Haverá oportunidade de participação oral e sustentação das propostas. O Sesc da Esquina localiza-se na rua Visconde do Rio Branco, 969.

Informações: Ana Carolina Caldas - 9211-4915

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Convocatória para Assembleia Geral 2010

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Soylocoporti - Pela Integração Latino-Americana

Pontão de Cultura Kuai Tema

CONVOCATÓRIA

Curitiba, 03 de fevereiro de 2010

Prezados associados, prezadas associadas,

De 5 a 7 de março de 2010, o Coletivo Soylocoporti realiza sua 3ª Assembléia Geral Ordinária. Ela ocorrerá no CEPAT (Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores), na rua João Batista Gabardo, 158, Sítio Cercado, Curitiba - PR, com abertura oficial às 18 horas do dia 5 de março.

Com base no Estatuto Social do Coletivo Soylocoporti, entre os objetivos principais da Assembléia Geral estão:

a) eleger o Conselho Diretor e o Conselho Fiscal;

b) aprovar as contas da associação;

c) as diretrizes políticas de atuação da entidade;

d) definir o planejamento de trabalho anual;

e) deliberar sobre Núcleos de Trabalho ou Programas Estratégicos;

f) apreciar o parecer do Conselho Fiscal relativo à prestação de contas;

g) deliberar sobre inclusão ou exclusão de associados.

Também serão debatidos na assembléia os seguintes temas:

a) conjuntura de Comunicação, Cultura e América Latina;

b) avaliação interna do Soylocoporti;

c) agenda política;

d) financiamento institucional, debate de prestação de serviço e contribuição financeira;

e) utilização dos prêmios;

f) outros temas pertinentes.

Convocamos as associadas e os associados do Soylocoporti a participar da Assembléia, que será constituída “por todos os associados em pleno gozo de seus direitos estatutários, tendo direito a voto os associados efetivos”, conforme determina o estatuto da entidade. Lembramos que é dever dos associados efetivos participar da Assembléia, e qualquer ausência deve ser, portanto, justificada. Associados efetivos que deixarem de comparecer à Assembléia Geral ordinária por dois anos consecutivos sem justificativa por escrito podem ser desassociados.

Contamos com sua participação.

Atenciosamente,

Rodrigo Bonifácio Vieira, representante jurídico, pelo Conselho Diretor.

(Angélica Varejão, Érico Massoli Ticianel Pereira, Gustavo Guedes de Castro, João Paulo Mehl, Marco Antônio Konopacki, Michele Torinelli, Rachel Callai Bragatto e Rodrigo Bonifácio Vieira).

Coletivo Soylocoporti

Rua Itupava, 1299 Cj 312 – Hugo Lange – Curitiba – PR

(41) 3092-0463 – contato@soylocoporti.org.br

http://www.soylocoporti.org.br

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A unificação da esquerda uruguaia e os desafios da integração latino-americana

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Debates em São Leopoldo compartilham experiências e apontam perspectivas para a construção de um outro mundo

No contexto do Fórum Social Mundial, no qual diversas possibilidades de criação de alternativas se cruzam, reflexões de como integrar lutas complementares são inerentes. Atividades da Reunião Pública Mundial de Cultura e da Casa Cuba abordaram essa temática nesta tarde (27) em São Leopoldo.


Frente Ampla: unidade da esquerda uruguaia

Carlos Baráibar, Osvaldo Martinez e Marcel Frison em debate na Casa Cuba. A mediação ficou por conta de Ana Affonso, veradora de São Leopoldo pelo PT

Carlos Baráibar, Osvaldo Martinez e Marcel Frison em debate na Casa Cuba. A mediação ficou por conta de Ana Affonso, veradora de São Leopoldo pelo PT

“O Frente Ampla (FA) é uma coalisão de partidos políticos e um movimento”, explica Carlos Baráibar, deputado federal do Uruguai pela Frente Ampla. Formada em 1971, a coalisão opôs-se à ditadura militar (1973 – 1985) e venceu as duas últimas eleições para a presidência da república – em março José Mujica substituirá Tabaré Vázquez, eleito em 2005. “A ação política permanente é um componente essencial para entender o FA e o porquê de haver ganhado as eleições”, aponta o deputado.

Em todo o Uruguai, país que possui população equivalente a da Grande Porto Alegre, há mais de 700 comitês de base do FA. “Fazem parte dos comitês muitos cidadãos que não atuam em nenhum movimento específico, mas que compactuam com os princípios e com as práticas do FA. Abrigamos toda a esquerda, sem exclusões. Uma única vez discutiu-se a expulsão de um grupo e após seis meses de debate optou-se por mantê-lo”, conta.

“O segredo do FA é não querer eliminar as contradições – elas existem e devemos aprender a lidar com elas”, argumenta Raquel Diana, assessora da Secretaria de Cultura de Montevidéu que contribuiu com o debate. O compartilhamento da experiência do FA ocorreu em substituição à atividade com Emir Sader, que não pode comparecer.


Cuba, integração latino-americana e a superação do neoliberalismo

Militantes participaram do debate

Militantes participaram do debate

A atividade “Os 50 anos da Revolução Cubana e os desafios da esquerda latino-americana” aconteceu na Casa Cuba e também contou com a participação de Carlos Baráibar. Marcel Frison, integrante da direção nacional do Partido dos Trabalhadores, e Osvaldo Martinez, deputado cubano presidente da Comissão de Economia do Parlamento Cubano e diretor do Centro de Pesquisa de Economia Global, foram os outros colaboradores.

Martinez fez um balanço entre o que seu país representa e seus desafios concretos. “Cuba está convertida no exemplo de que a utopia é possível, e de que se pode lutar por um mundo melhor apesar de todas as dificuldades. O país está pagando um alto preço por sua ousadia nos últimos 50 anos, por sua rebeldia ao domínio imperialista na América Latina. Cuba não é um país estático, é como qualquer outro organismo social: vivo, que precisa adaptar-se a novas realidades, e nesse processo com certeza estão os cubanos.”

Frison acredita que “somente será possível libertar Cuba de seu cerco com a unificação dos esforços latino-americanos na construção de uma sociedade cooperativa e solidária”. O militante petista apontou o que considera os principais desafios para a articulação da esquerda na América Latina, entre eles superar situações pré-capitalistas, presentes em grande parte do nosso continente, rumo a uma situação transformadora. “Precisamos consolidar uma experiência alternativa de caráter socialista, uma possibilidade de articulação sem esquecer nossas diferenças – construir uma vértebra comum de enfrentamento dos setores conservadores do nosso continente.”

por Michele Torinelli, da Agência FSM10

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Agência FSM 10 desenvolve comunicação compartilhada em São Leopoldo

Com o objetivo de difundir as atividades e propósitos do Fórum Social Mundial deste ano surge a Agência FSM 10. Formada por TV OVO (RS), Fábrica do Futuro (MG), Coletivo 77 (MG), Pontão de Cultura São Leopoldo (RS), Pontão de Cultura Kuai Tema (PR) e Coletivo Soylocoporti (PR), a agência atua em São Leopoldo e tem como foco a 2ª Reunião Pública Mundial de Cultura, debates e os shows da Casa Cuba. Ainda conta com colaboradores por toda a Grande Porto Alegre.

A iniciativa dá continuidade ao trabalho de comunicação colaborativa desenvolvido nos últimos Fóruns e busca ampliar seu alcance e participação. A Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada implantou essa ideia em 2001 no I Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, apresentando uma alternativa ao jornalismo de mercado. A proposta é a leitura crítica e a troca, em contraposição à cultura do lucro da mídia comercial.

Os conteúdos produzidos serão disponibilizados na página da Agência FSM 10 e são baseados no conceito de instantaneidade, possibilitado por plataformas como blog wordpress e twitter, pela edição de entrevistas na hora e posterior postagem no youtube e fotos abrigadas no flickr. A participação de todos é bem-vinda – a Agência FSM 10 encontra-se na sede do Pontão de Cultura de São Leopoldo, localizado na Biblioteca Pública Municipal. O e-mail para contato é agenciafsm10@gmail.com.

Mais informações:

http://fsm10.nosdarede.org.br/

http://www.youtube.com/user/agenciafsm10

www.twitter.com/agenciafsm10

www.flickr.com/photos/agenciafsm10

Contato:

Francele Cocco

051 9773 7708

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